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sósia Papa
Evitando furadas

Chá com o Papa e outras ciladas que você pode evitar em Roma

Já comentei mais de uma vez temas relacionados ao golpes mais comuns contra os turistas que circulam pela cidade eterna.

Em comparação a muitas metrópoles brasileiras, Roma é uma cidade tranquila, mas como durante as férias acontece de baixar a guarda, nunca é demais prestar atenção a seu redor para evitar passar por apuros.

Aquela velha máxima: “prevenir é melhor que remediar” é transversal. Vale para Roma como para qualquer outra cidade do mundo.

Uma situação frequente é alguém aproximar-se e oferecer algo a você, afirmando que é de graça. Nesse caso, não pense duas vezes e afaste-se porque, com certeza, o artigo oferecido será cobrado, muitas vezes a preços bem superiores aqueles de mercado.

Na aglomeração dos meios de transporte público, sabemos que turistas são alvos fáceis.

Se for vítima de empurrões, redobre a atenção com a carteira e documentos pessoais e, se possível, evite colocar a mochila nas costas durante o seu trajeto.

Infelizmente, muitos menores de idade costumam agir rapidamente e surrupiar em segundos as carteiras de turistas.

Cruzar com pessoas com trajes típicos ou fantasias que posam para uma foto recordação também exige cuidado.

Antes de sair fazendo cliques, pergunte quanto cobra pela foto. Raramente a gentileza sairá de graça.

Meses atrás assisti um documentário da National Geographic sobre o assédio de guias (verdadeiros e falsos) aos turistas que visitam o Vaticano e seus arredores.

Coincidentemente, semana passada li no jornal La Repubblica o desabafo de policiais sobre esse mesmo tema.

Lugares como Via Ottaviano, Piazza Risorgimento e Via di Porta Angelica são assediados por pessoas que disputam cada metro quadrado de calçada para tentar ludibriar turistas.

Claro que muitos são honestos,  mas alguns deles não possuem credenciais para exercer a profissão de guia turístico, mas propõem serviços a preços exorbitantes, afirmando aos clientes que são capazes de furar as longas filas diante dos Museus Vaticanos.

Os turistas pagam e só mais tarde descobrem que precisarão enfrentar a fila mesmo depois de ter desembolsado para a “guia” 10 euros por pessoa.

Em casos piores, peregrinos são abordados com a promessa de tomar chá com o pontifíce, pagando 60 euros por pessoa. Promessa, obviamente, falsa.

Em caso de dúvidas, peça informações sicuras à uma guarda suiça.

Para evitar outros episódios desagradáveis, leia:

10 coisas para evitar em uma viagem à Roma

 

 

 

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